ecobag.com.br no evento fresh do Senac
aconteceu em 2008…
Fresquinha
A discussão iniciou-se com o casal da Ecobag elucidando questões referentes ao meio ambiente e apresentando números alarmantes. Por exemplo: no Brasil, mais especificamente no Estado de São Paulo, gastam-se um bilhão de sacolas plásticas por mês. A iniciativa das “sacolas saudáveis” começou com o envolvimento de Wal com diversos movimentos como as hortas comunitárias e a jardinagem libertária. O questionamento do uso de plástico foi uma conseqüência – na verdade surgiu a partir das conseqüências muito nocivas do plástico para o meio-ambiente. O trabalho é sério com a preocupação de que a bolsa seja 100% biodegradável (feita de algodão, linhas 100% algodão, tinta à base de água). A preocupação se estende a geração de oportunidades e empregos, já que o trabalho é todo manual.
Posteriormente foi a vez da representante do Moda Fusion falar sobre a organização. O projeto é franco-brasileiro e foi a criado com a intenção de identificar nas ditas comunidades, grupos de pessoas que tivessem algum envolvimento com moda. Funciona assim: estilistas francesas passam 3 meses em dada comunidade, oferecendo suporte, conceito na criação das artistas locais. O suporte se desdobra em lançamento, distribuição e marketing dos produtos, expostos em uma coleção por ano, com a preocupação de uma moda ética.
Por último, Ivana Curi, responsável pela ambientação do últimoFashion Rio, falou sobre os materiais sustentáveis utilizados. Para quem pensou que estava pisando em madeiras originadas de árvores no chão do evento, estava mesmo era passeando sobre uma “madeira artesanal”, feita de fibras de plásticos como apara de fralda ou saco de café. Impossível não lembrar das luminárias que mais se pareciam com bobs gigantes de cabelo, quando na verdade eram bobinas de máquinas industriais. Bobinas essas que eram madeiras em potencial. Ivana falou da individualização dos problemas na tomada da consciência ambiental e levou um vídeo com imagens chocantes pela consciência do desperdício.
No fim das contas, o que resta em comum a todos os discursos é a educação. É investir na educação ambiental de nosso país, que começa de não jogar lixo no chão à reciclagem. Antes disso é preciso que tomemos o problema e o dever como NOSSO. Ecobags podem ser super descoladas, mas de nada adianta se o descolamento não se estender a pequenas ações do dia-a-dia que fazem a diferença.





